A actua secretária-geral da Organização da Mulher Angolana (OMA), Joana Tomas, não se recandidatou ao cargo, no âmbito da 8º Congresso Ordinário da Organização da Mulher Angolana (OMA), que terá lugar de 28 de Fevereiro a 01 de Março deste ano.
Joana Tomás, afirmou que não apresentou a sua recandidatura para o cargo, por decisão própria, “consciente e politicamente responsável”.
Mas uma fonte da direcção do MPLA, disse, que o Bureau Político do MPLA, impediu a actual secretária-geral da OMA, a sua recandidatura, face ao fraco desempenho que teve durante o seu mandato.
“A OMA é uma organização de massas que deu resultados animadores ao nosso partido, durante as eleições gerais que ocorreram no país. Por isso, ela a (OMA)precisa de uma direcção muito activa, tendo em vista os futuros desafios”, argumento a fonte.
Neste âmbito, a subcomissão de candidaturas do 8º Congresso Ordinário da Organização da Mulher Angolana (OMA), validou três candidaturas, das quais apenas duas vão concorrer ao cargo da secretária-geral.
A antiga vice-presidente da Assembleia Nacional, Emília Carlota Sebastião Celestino Dias, a deputada Lourdes Caposso, e Graciete Sungua, são as militantes apuradas, que neste sábado, 17, vão passar pelo crivo do Comité Nacional da OMA para seleccionar as duas candidaturas.
A candidatura da militante, Adelina Samba Rosa Bambi Louzada, não foi validada por incumprimento do artigo 104 dos estatutos da OMA, que destaca que a candidata ao cargo deve ter no mínimo 10 anos de militância.
O 8º Congresso Ordinário da OMA que terá como lema “Mulher Angolana Unidade para Transformar os Desafios em Conquista”, contará com a participação de cerca de 2.500 delegadas de todas as províncias e dos comités no exterior.
Este congresso visa reforçar o papel da mulher angolana na política, economia e sociedade, consolidando os avanços e definindo novas estratégias para os desafios futuros do país.

