A semelhança do que tem acontecido nos outros mercados na capital do país, onde o presidente do PRA-JÁ Servir Angola, Abel Chivukuvuku, vem levando a cabo com sucesso, o seu programa 7/7, na Mabunda, município do Samba, em Luanda. O cenário foi diferente, onde alguns dos seus membros foram barrados para fazerem parte do acto.
Trata-se das Ordem das Gravatas Azuis (OGA), uma estrutura juvenil, que vem acompanhando o líder do PRA-JÁ Servir Angola em todas as actividades que realiza na capital do país e em todo o território.
“É uma ordem que assusta tudo e todos. Neste âmbito, o seu progresso incomodo muitas formações políticas”, disse ao Radar Informativos, um membro da direcção frisando que, o incidente não desmoraliza as suas actividades.
“Isto é normal nestas alturas, em que muita formação política tem muitas debilidades para mobilizaram as populações”, acrescentou.
Na praça da Mabunda, líder do PRA-JA julgou o distanciamento entre os governantes e a realidade vivida pela maioria dos angolanos.
“Nós falamos com o cidadão. Outros estão nos palácios e não estão a sentir o que se passa”, afirmou, sublinhando que o contacto directo com as comunidades permite perceber melhor os problemas enfrentados pela população.
Segundo Chivukuvuku o PRA-JÁ SERVIR Angola demonstra força e expansão após a sua legalização, com o objetivo claro de se tornar governo ou fazer parte dele nas eleições de 2027.
De acordo com o político, com estruturas implantadas em todo o território nacional, o partido aposta na proximidade com o povo e em novas províncias.
Explicou que a sua presença junto das comunidades visa precisamente compreender, no terreno, os desafios vividos pelos cidadãos.
“A formação foca-se na organização interna, captação de recursos e no fortalecimento das suas bases para as próximas eleições gerais”, disse Abel Chivukuvuku.

