A população angolana enfrenta um sofrimento estrutural profundo, com cerca de 40% a mais da metade da população vivendo em pobreza extrema e condições desumanas.
“Muitos carecem de água potável, luz elétrica, saneamento básico e sofrem com alto desemprego e fome, apesar da riqueza petrolífera do país”, disse este fim-de-semana, no município de Mulenvos, o presidente do PRA-JÁ Servir Angola, Abel Chivukuvuku.
A disparidade entre a riqueza gerada por petróleo e diamantes e a realidade social da maioria da população é apontada pelo líder político, como uma causa central da persistente crise socioeconômica.
“Com PRA-JÁ no poder vamos melhorar o acesso a serviços básicos como água, luz e saúde, e combater a corrupção. A recuperação e o investimento de recursos no desenvolvimento social e infraestruturas, superando a herança de guerra e desnutrição, são cruciais para a população”, prometeu.
“Todos sabemos quem é o culpado pelo sofrimento do povo, é o partido no poder. Mas 2026 será um ano de se criar as condições para mudança em 2027, e a mudança vai ser com o PRA-JA, que vai criar um país próspero, aberto e sobretudo que realiza os seus cidadãos”, frisou notando que, o PRA-JA Servir Angola, está implantado em todo o território angolano, segundo o seu líder.
