O caso está a ser investigado como possível homicídio culposo e lesão corporal grave por negligência profissional.
Morreu, esta quinta-feira, o terceiro paciente oncológico seguido no Hospital Universitário de Burgos, em Espanha, que recebeu uma dose do tratamento seis vezes maior do que a prescrita. O caso está a ser investigado como possível homicídio culposo e lesão corporal grave por negligência profissional.
O erro fatal ocorreu em 18 de dezembro na farmácia da unidade hospitalar. De acordo com a direção do Hospital Universitário de Burgos, citada pelo jornal Diario de Burgos, a preparação das ampolas para a solução do medicamento “não foi feita como deveria”. Contrariando, por completo, as indicações da bula.
O Ministério Público de Burgos afirma que a causa do erro humano está na implementação de um novo programa de computador na farmácia do hospital e a criação de um banco de dados com o qual a equipa desse departamento controla as informações dos pacientes. No entanto, a direção do Hospital Universitário de Burgos negou tal afirmação e garantiu que não existe risco para outras pessoas que seguem tratamentos contra o cancro naquela unidade.
O Tribunal de Instrução nº 1 de Burgos abriu um processo há duas semanas para investigar o que aconteceu no hospital, solicitando informações à empresa que gerencia esse novo programa informático. Para a instância, os eventos “apresentam características que sugerem a possível existência do crime de homicídio culposo”.
Um dos pacientes morreu poucas horas após chegar ao hospital, o segundo poucos dias depois e o terceiro, que faleceu por último, esteve quatro meses internado nos cuidados intensivos, por consequência do erro de administração.
O erro fatal ocorreu em 18 de dezembro na farmácia da unidade hospitalar. De acordo com a direção do Hospital Universitário de Burgos, citada pelo jornal Diario de Burgos, a preparação das ampolas para a solução do medicamento “não foi feita como deveria”. Contrariando, por completo, as indicações da bula.
O Ministério Público de Burgos afirma que a causa do erro humano está na implementação de um novo programa de computador na farmácia do hospital e a criação de um banco de dados com o qual a equipa desse departamento controla as informações dos pacientes. No entanto, a direção do Hospital Universitário de Burgos negou tal afirmação e garantiu que não existe risco para outras pessoas que seguem tratamentos contra o cancro naquela unidade.
O Tribunal de Instrução nº 1 de Burgos abriu um processo há duas semanas para investigar o que aconteceu no hospital, solicitando informações à empresa que gerencia esse novo programa informático. Para a instância, os eventos “apresentam características que sugerem a possível existência do crime de homicídio culposo”.
Um dos pacientes morreu poucas horas após chegar ao hospital, o segundo poucos dias depois e o terceiro, que faleceu por último, esteve quatro meses internado nos cuidados intensivos, por consequência do erro de administração.

