Serviço de Investigação Criminal (SIC), deteve um elemento por crimes de falsa qualidade e associação criminosa. O suspeito fazer-se passar por Procurador-Geral adjunto da República, Juiz de Garantias e familiar do Presidente da República de Angola, João Lourenço.
De acordo com Manuel Halaiwa, o elemento em prisão preventiva, medida de coacção mais gravosa, aplicada pelo juiz de garantias, fazia-se passar também como assessor de altas entidades do aparelho do Estado.
Segundo o porta-voz do SIC-Geral, Superintendente -chefe Manuel halaiwa, o acusado enviava mensagens normais e por via do WhatsApp a membros do Executivo, assim como aos ex- membros do executivo, ministros, governadores, responsáveis ou presidentes de conselhos de administração de empresas públicas, de instituições financeiras.

