Governo da República de Angola acompanha com “extrema preocupação” a grave escalada do conflito no Médio-Oriente

O Governo da República de Angola acompanha com “extrema preocupação” a grave escalada do conflito no Médio-Oriente após os ataques que se registaram no Irão e subsequentes retaliações que se verificaram nos Emiratos Árabes Unidos, Reino da Arábia Saudita, Reino do Bahrein, Estado do Qatar, Estado do Kuweit e Sultanato de Oman.

Neste contexto expressa a sua profunda solidariedade para com os povos e as vítimas afectadas pelo conflito.

“Face às graves ocorrências que perigam a estabilidade naquela região com efeitos nefastos para Paz mundial, a República de Angola sublinha a urgente necessidade da redução das tensões e do pleno respeito pelo Direito Internacional, em harmonia com a Carta das Nações Unidas e os princípios do respeito pela soberania, integridade territorial e da não-agressão”, diz em comunicado o Governo angolano.

A República de Angola exorta a todas as partes a exercerem máxima contenção e a privilegiarem o diálogo através dos canais diplomáticos, envidando esforços com vista à cessação imediata das hostilidades, restabelecendo assim a paz e a estabilidade regionais.

Refira-se que o Governo angolano iniciou o processo de evacuação de cidadãos nacionais devido à guerra no Médio Oriente, na sequência da escalada das tensões militares na região.

A informação foi avançada pelo Ministério das Relações Exteriores (MIREX), que garante estar a acompanhar atentamente a evolução da situação em articulação permanente com as Missões Diplomáticas de Angola nos países afectados.

De acordo com a nota de imprensa, foi accionado um plano de contingência para salvaguardar a segurança e o bem-estar dos cidadãos angolanos.

O primeiro grupo, composto por nove pessoas, incluindo pessoal não essencial e respectivos familiares, deixou o território israelita e chegou a Luanda às 12:00 de sexta-feira.

O Ministério das Relações Exteriores assegura que o processo de evacuação continuará de forma faseada, organizada e segura, reafirmando o compromisso do Executivo em garantir protecção e assistência aos cidadãos angolanos no exterior.

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