Centro comercial “Nova Era” em parceria com Associação Nacional de Jovens Empresários de Angola, lançaram quarta-feira , 19, na província de Icolo e Bengo, o projecto social denominado “Rua do Empreendedor”, que prevê beneficiar mais de 150 e gerar empregos direitos à cidadãos nacionais.
Emiliano Caxala – Jornalista
No âmbito da responsabilidade social e de forma a promover o emprego, a Associação Nacional de Jovens Empresários em parceria com INAPEM, STAR IN, escolheram a província de Icolo e Bengo para lançar a experiência piloto que prevê beneficiar mais de cento e cinquenta jovens, com um impacto economico inicial apartir de um milhão de kwanzas.
A associação, esclareceu que o projecto “rua do Empreendedor”, será benéfico e visa apoiar os pequenos empreendedores nacionais.
Lara Chai Yi, a directora comercial do centro Nova Era, garante que a empresa , prevê disponibilizar de forma gratuita, cinquenta lojas para 300 empreendedores.

“Investimos um valor de quinhentos mil kwanzas para ajudar neste projecto. Com esta iniciativa, todos vão ter possibilidade de começar o seu negócio a custo zero”, garantiu.
Para o êxito da missão, o centro comercial Nova Era conta com a parceria das empresas, “ANJE, INAPEM e STAIN”.
Lara Chai Yi apela para sua adesão e incentiva os empreendedores locais para maior acutilância.
“Acredito que com esta iniciativa vamos conseguir empregar muitos jovens e reduzir o índice de desemprego no país”, orgulha-se.
Delfina de Sousa, representante do INAPEM, destaca os benefícios da parceria e o factor de motivação para adesão ao projecto. “Nós vamos agregar muitas vantagens para estes pequenos empreendedores.
Vamos começar com a certificação das empresas de modo a oferecer categoria as mesmas caso futuramente pretendam obter um financiamento bancário”.
A responsável afirma que um dos principais requisitos para o financiamento bancário é a certificação pelo INAPEM.
“Para exercerem devidamente o seu trabalho, estes empreendedores precisam igualmente serem certificados com um selo feito propriamente em Angola”, esclareceu.

