Militares e agentes dos serviços de informações eram responsáveis pela segurança de Maduro.
Pelo menos 32 militares e agentes dos serviços de informações cubanos morreram no ataque dos EUA contra a Venezuela, no sábado.
A confirmação foi feito pelo regime de Havana, que adiantou que os seus cidadãos “cumpriram o seu dever com dignidade e heroísmo”.
“Tombaram, após forte resistência, em combate direto com os atacantes ou em resultado dos bombardeamentos”, disse o governo cubano, que decretou dois dias de luto nacional.
Os militares cubanos estavam no país a convite de Maduro e eram responsáveis pela sua proteção.
