Bengo: Detidos três criminosos que se faziam passar por taxistas

A Policia Nacional (PN) através do Departamento de Investigação de Ilícitos Penais (DIIP), deteve três criminosos, de 38, 43 e 47 anos, que se faziam passar por taxista, na província do Bengo. Os elementos em causa estão associados a uma série de crimes, entre as quais, associação criminosa, roubo e furtos no município do Panguila e na província de Luanda na via pública.

Os visados, segundo Paulo Miranda, porta-voz da corporação no Bengo, dois, são naturais de Luanda, no município do Rangel, e um da província do Kwanza-Norte.

“No dia 21 deste mês, por volta das 11:00, um jovem, que não quis ser identificado, encontrava-se na via pública, com a intenção de apanhar taxi para província de Luanda, minutos depois viu estacionar uma viatura de marca yundai modelo i10 de cor preto com a chapa de matrícula LD-57-86-GV, no interior da viatura tinha três elementos simulados de passageiros”, explica Paulo Miranda, após audição do departamento da vítima.

Ao longo do troço, descreve o porta-voz, subtraíram-no um telemóvel de marca tecno, em acto contínuo pediram para a vítima descer.

“No momento do assalto passava uma patrulha auto do Comando Municipal do Panguila, a vítima aos gritos chamava por socorro. A pronta intervenção dos operacionais, foi possível a detenção dos três elementos e apreensão da referida viatura”, relata.

De acordo o superintendente-chefe Paulo Miranda, (eles os detidos), após interrogatórios confessaram a autoria dos crimes, e revelaram serem os protagonistas dos crimes de roubo qualificado, ocorrido e registado no dia 22 de março, na via pública na zona do Panguila velho, arredores das barracas de cacussos, na qual a vitima foi uma cidadã.

“O crime ocorreu com recurso a arma de fogo não apreendida, subtraíram-na um telemóvel digital e um valor na ordem de 265 mil Kwanzas”, afirmou.

A PNA acredita tratar se de uma rede criminosas que actuam em Luanda e no Bengo.

“Prometemos trabalhar em coordenação com outras forças para o desmantelamento e o esclarecimento de vários crimes com o mesmo ADN na actuação.

Os elementos seram presetes ao juiz de garantia para os procedimentos criminais.

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