O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, diz que o salário de um funcionário público não vem da generosidade de um partido e nem um presente pessoal do governante.
“O seu salário é pago pelo Estado com recursos públicos, recursos que pertencem à República e que são alimentados, entre outras fontes, pelos impostos e contribuições pagos pelos cidadãos e pelas empresas”, escreveu o líder da UNITA na sua página oficial.
Segundo ele, quando o funcionário público recebe o seu vencimento, não está a receber uma esmola política, mais sim uma remuneração pelo trabalho que presta à sociedade.
Por isso, acrescentou –“nenhum funcionário público deveria sentir que precisa de agradecer politicamente ao partido que governa pelo facto de receber o salário no fim do mês”.
“O dinheiro público não tem cor partidária. O imposto pago pelo cidadão que vota no poder é o mesmo dinheiro público pago pelo cidadão que discorda dele”, acrescentou.
“O comerciante que vende no mercado, o motorista que abastece o carro, o empresário que paga impostos, o trabalhador que desconta para o Estado, todos contribuem, directa ou indirectamente, para financiar o funcionamento da máquina pública”, concluiu.
