Secretária do Trabalho dos EUA demite-se após acusações de má conduta profissional

Lori Chavez-DeRemer é o terceiro membro do gabinete a sair durante o segundo mandato do presidente norte-americano, Donald Trump.

A secretária do Trabalho dos Estados Unidos, Lori Chavez-DeRemer, demitiu-se do cargo, esta segunda-feira, por acusações de má conduta profissional, tornando-se o terceiro membro do gabinete a sair durante o segundo mandato do presidente norte-americano, Donald Trump.

O diretor de comunicação da Casa Branca, Steve Cheung, partilhou na rede social X que Lori Chavez-DeRemer iria deixar o gabinete para assumir um cargo no setor privado, embora não tenha especificado qual, avança o The Washington Post.

Steve Cheung avançou ainda que o secretário adjunto do Trabalho, Keith Sonderling, irá assumir o cardo de chefia. Uma denúncia apresentada ao inspetor-geral do Departamento do Trabalho, partilhada inicialmente pelo New York Post, revelou acusações de que Lori Chavez-DeRemer estaria envolvida numa situação de má conduta profissional, incluindo viagens pessoais financiadas pelos contribuintes.

A denúncia levou à suspensão de vários assessores de cargos elevados.

Lori Chavez-DeRemer escreveu numa publicação no Facebook que “foi uma honra e um privilégio servir nesta administração histórica e trabalhar para o maior presidente da minha vida”.

A demissão ocorre após uma reportagem do New York Times, na semana passada, que revelava que a secretária do Trabalho e os seus principais assessores, assim como o seu pai e marido, enviaram mensagens pessoais a funcionários jovens.

A saída de Lori Chavez-DeRemer representa a mais recente mudança no gabinete de Trump, após o presidente norte-americano já ter demitido a procuradora-geral Pam Pondi em abril, cerca de um mês depois de remover Kristi L.Noem do cargo de secretária de Segurança Interna.

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