Governo reconhece constrangimentos na emissão do BI nos últimos dois meses

O Executivo angolano reconheceu que nos últimos dois meses registou um número crescente de enchentes nos serviços, devido ao afluxo de crianças que compareceram para a emissão do Bilhete de Identidade (BI).

A informação aos jornalistas pelo o director nacional dos Registos e Notariado, Aristides Marques à margem da reunião da Comissão para a Prova de Vida, orientada pelo ministro de Estado e chefe da Casa Civil do Presidente da República, Dionísio da Fonseca.

Para reduzir os transtornos pelo afluxo de utentes aos serviços para obter o BI para matrículas, durante as férias escolares, de acordo com o governante, foram criadas brigadas móveis, com o objectivo de levar os serviços ao encontro dos cidadãos e evitar a saturação das unidades de atendimento.

Neste encontro o responsável aproveitou para anunciar que mais de 17 milhões de BI foram emitidos até ao momento pelas autoridades angolanas, no país e na diáspora.

Para o efeito, frisou que no âmbito da Campanha de Universalização do BI, promovida pelo Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos para aproximar os serviços de registo civil e identificação dos cidadãos, foram emitidos mais de um milhão de documentos.

O Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos (MINJUSDH) lançou oficialmente, recentemente o serviço de entrega do Bilhete de Identidade (BI) ao domicílio em Angola.

O programa funciona, nesta fase inicial, na província de Luanda, com previsão de alargamento às restantes províncias.

O Custo de entrega é de 10.000 Kwanzas por bilhete, assegurado pela empresa Kamili.

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