A JFNLA e Associação da Mulher Angolana (AMA), assumiram o compromisso de apoiar a Comissão Nacional preparatória do VI Congresso Ordinário, na sua nobre missão de organizar um conclave que dignifique e credibilize o partido.
Comissão Nacional preparatória do VI Congresso Ordinário liderado por militante Ndonda Nzinga, também recebeu o apoio da Associação dos Antigos combatentes da FNLA (AAC/FNLA, do Instituto de Defesa dos Direitos dos Veteranos Militares da Guerra de Libertação de Angola e da Associação dos Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria.
Os antigos combatentes do Exército de Libertação Nacional (ELNA), ex-braço armado da FNLA, manifestaram, por meio de um comunicado, divulgado quarta-feira, 21, contestação à liderança do presidente do partido, Nimi a Simbi.
A contestação à liderança de Nimi a Simbi na FNLA tem como epicentro a fraca resposta aos anseios sociais dos antigos combatentes da ex-guerrilha (ELNA), somada a tensões internas pela realização do 6º congresso do partido.
As instituições solicitaram que seja formalizada a formação política-ideológica, para enriquecer que a sua actuação no xadrez político angolano, no sentido de melhorar, ombrear com outras organizações juvenis dos partidos políticos, mormente os históricos.
Os participantes ao encontro alargado reafirmaram que, foi o presidente cessante, Nimi-a-Simbi, que convocou a reunião do Comité Central para Dezembro de 2025 e a remarcou para os dias 13 e 14 Março de 2026.
De acordo com os participantes, foi Nimi-a-Simbi que orientou a reunião do CC, com base na agenda do Bureau Político e apresentou a proposta verbal para a coordenação da comissão preparatória do congresso.
Neste âmbito, Nimi-a-Simbi negou o consenso e ou a votação para a criação da comissão preparatória do congresso, em violação flagrante aos estatutos do partido.
De acordo com os participantes, foi ainda Nimi-a-Simbi que abandonou a sala da reunião, obstruindo o normal funcionamento do partido. Para o efeito o encontro alargado recomenda ao Comité Central do partido fazer o uso das suas prerrogativas, de modo a estancar as violações estatutárias.
Membros do Comité Central e do Bureau Político têm contestado a direcção do partido, acusando o líder de sabotar e adiar a realização do 6º Congresso do partido, invocando falta de verbas para o efeito.
A crescente insatisfação interna reacendeu antigas divisões nas fileiras da FNLA, com alas do partido a ameaçar accionar os estatutos para destituir Nimi a Simbi caso os órgãos internos não sejam convocados com urgência.
