O PRA-JA considera “infundadas” as acusações de alegada sobrefacturação associadas a gestão do orçamento referente à reunião do Comité Político Nacional (CPN), prevista para Junho, na província do Huambo.
Para o efeito, repudiou tais informações postas a circular em plataformas digitais envolvendo o vice-presidente para o Património e Finanças do partido, General Isaías Sambangala, classificando-as como falsas e parte de uma tentativa de desinformação.
No que diz respeito a gestão de fundos, o comunicado diz que, está sob responsabilidade de uma comissão organizadora, que delegou a execução financeira ao secretário-geral adjunto para a Administração, Finanças e Património.
Segundo o documento, o orçamento ainda está em fase de elaboração, através de um processo técnico e colegial que integra os contributos das diferentes subcomissões envolvidas na organização do evento.
Segundo o documento, o orçamento ainda está em fase de elaboração, através de um processo técnico e colegial que integra os contributos das diferentes subcomissões envolvidas na organização do evento.
O partido sustenta que quaisquer informações relacionadas com valores finais, decisões tomadas ou alegadas responsabilidades individuais “não correspondem à realidade dos factos”.
Na nota, o partido reafirma que os seus processos administrativos, financeiros e logísticos são conduzidos com “rigor, transparência e observância das normas internas de controlo”, condenando ainda o uso de plataformas anónimas para divulgação de conteúdos considerados falsos.
A organização política apelou igualmente aos militantes, simpatizantes e cidadãos em geral para evitarem a partilha de informações não verificadas.
Refira-se projecto político PRA-JA Servir Angola, liderado por Abel Chivukuvuku, foi oficialmente legalizado como partido político em Outubro de 2024 pelo Tribunal Constitucional. Esta aprovação habilitou o movimento a participar activamente nos próximos processos eleitorais do país.
