UNITA sugere medidas do reforço imediato da estratégia nacional de cibersegurança

A UNITA apresentou um conjunto de medidas que considera indispensáveis, na sequência dos últimos acontecimentos na UNITEL que deixou milhares de angolanos sem comunicações.

Dentre as medidas sugeridas, o presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, defende o reforço imediato da estratégia nacional de cibersegurança, com especial atenção à proteção das infraestruturas críticas do país.

O político exige ainda, à criação de mecanismos obrigatórios de redundância tecnológica para garantir a continuidade dos serviços nacionais de telecomunicações.

Defende a promoção de um mercado verdadeiramente competitivo nas telecomunicações, eliminando barreiras que limitam a concorrência e assegurando a entrada de operadores capazes de garantir cobertura nacional e maior resiliência.

Inspira por outro lado, a elaboração de um Plano Nacional de Protecção das Infraestruturas Críticas, envolvendo o Estado, os operadores de telecomunicações, o setor financeiro, a academia e especialistas nacionais e internacionais em cibersegurança.

Adalberto Costa Júnior manifestou preocupação sobre a segurança das infraestruturas tecnológicas que suportarão o processo eleitoral de 2027.

“Se um ataque cibernético foi capaz de afetar uma estrutura crítica como a maior operadora de telecomunicações do país, que garantias temos de que as infraestruturas tecnológicas que suportam o processo eleitoral estão devidamente garantidas e protegidas?”, questionou.

Para o efeito pediu à realização de uma auditoria parlamentar ao incidente e defendeu que sejam chamados ao Parlamento o ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, o Conselho de Administração da UNITEL e o INACOM para prestarem esclarecimentos e responderem sobre eventuais responsabilidades.

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