O sector bancário registou um rácio de fundos próprios regulamentares de 23,16%, bem como, um rácio de crédito malparado em trajectória descendente, situando-se em 15,73%.
Segundo um comunicado do Conselho de Supervisores do Sistema Financeiro, sector segurador e de fundos de pensões manteve margens de solvência elevadas, reflectindo uma posição financeira estável, enquanto o mercado de capitais evidenciou níveis relevantes de volume de negociação, impulsionados, sobretudo, pela admissão de novas empresas à negociação em bolsa.
Foi, igualmente, destacada a execução do novo ciclo do Plano Estratégico 2026‑2030, as acções decorrentes do Programa de Avaliação ao Sistema Financeiro (FSAP) e da Estratégia Nacional de Inclusão Financeira (ENIF), que irão contribuir para o reforço do enquadramento institucional, regulatório e prudencial do Sistema Financeiro Angolano, tornando-o mais robusto, inclusivo e resiliente.
Durante a sessão, foi apresentada ao Conselho uma visão geral do Sistema Financeiro Angolano, incluindo o seu desempenho e os principais factores de risco referentes ao exercício de 2025. Assim, de um modo geral, o sistema financeiro encerrou o ano com indicadores de solidez considerados confortáveis.

