Há pelo menos 168 mortos.
Equipas de resgate continuam, esta quinta-feira, a procurar mais de 1.300 pessoas desaparecidas devido às enxurradas que atingiram a região fronteiriça entre o Nepal e a China, onde pelo menos 168 pessoas morreram.
De acordo com o mais recente balanço da Autoridade Nacional de Redução e Gestão de Riscos de Desastres do Nepal, pelos menos 165 pessoas morreram e 826 estão desaparecidas, numa altura em que se intensificam as operações nos distritos mais afectados de Nuwakot e Rasuwa.
Equipas de resgate continuam, esta quinta-feira, a procurar mais de 1.300 pessoas desaparecidas devido às enxurradas que atingiram a região fronteiriça entre o Nepal e a China, onde pelo menos 168 pessoas morreram.
De acordo com o mais recente balanço da Autoridade Nacional de Redução e Gestão de Riscos de Desastres do Nepal, pelos menos 165 pessoas morreram e 826 estão desaparecidas, numa altura em que se intensificam as operações nos distritos mais afectados de Nuwakot e Rasuwa.
Especialistas alertaram que os detritos transportados pelas enxurradas nos Himalaias, que deixaram pelo menos 168 mortos no Nepal e na China, podem criar barragens naturais e desencadear um segundo evento catastrófico caso sejam libertados.
Num comunicado divulgado, esta quinta-feira, o Centro Internacional para o Desenvolvimento Integrado das Montanhas (ICIMOD, na sigla em inglês), com sede em Katmandu, indicou que as autoridades e os cientistas estão a avaliar se os detritos bloquearam temporariamente o rio num troço estreito, “formando uma barragem natural”, dado que, se esta água for libertada repentinamente, poderá criar “um risco secundário”.
O centro acredita que uma avalanche proveniente de um glaciar terá provavelmente provocado a enxurrada de quarta-feira, que deixou pelo menos 1.300 desaparecidos dos dois lados da fronteira.

