O presidente do PRAJA-Servir Angola, Abel Chivukuvuku, condena discursos “inflamados”, defendendo soluções práticas e consensuais, capazes de unir os angolanos em torno de objectivos comuns como a paz duradoura, a justiça social e o desenvolvimento equilibrado.
A sua visão política, segundo Abel Chivukuvku, assenta na necessidade de reconstruir a confiança entre governantes e governados, promovendo uma cultura de transparência, responsabilidade e participação cidadã.
“Essa postura reforça a ideia de que a reconciliação nacional não se faz apenas com palavras, mas com acções concretas que aproximem as instituições do povo e valorizem o interesse colectivo”, diz o político na sua página oficial.
Segundo ele, num país marcado por divisões históricas e desafios sociais profundos, a sua abordagem baseada na escuta, no respeito mútuo e na inclusão posiciona-o como um potencial reconciliador.
De acordo o presidente do PRAJA- Servir Angola “num contexto em que Angola procura novos caminhos para fortalecer a democracia, consolidar a paz e reduzir desigualdades, figuras com perfil moderado e conciliador tornam-se cada vez mais relevantes”.
O PRA-JA Servir Angola foi oficialmente legalizado como partido político pelo Tribunal Constitucional de Angola em 07 de outubro de 2024.
Liderado por Abel Chivukuvuku, o partido obteve a anotação definitiva após várias tentativas desde 2019, tornando-se a 13ª formação política legalizada no país. O Tribunal Constitucional validou os documentos e as assinaturas necessárias, permitindo que o projecto se tornasse um partido político.
